No dia oito de março de 1857, em torno de 130 mulheres foram trancadas pela polícia e morreram carbonizadas dentro de uma fábrica de tecidos em Nova York - EUA, após greve pela diminuição da jornada de trabalho de 16 para 10 horas e pela licença a maternidade. E por isso é considerado o dia internacional da mulher. Mas, isso só foi reconhecido pela ONU - Organização das Nações Unidas em 1975, após 118 anos do ocorrido.
Vocês já imaginaram como deve ter sido agonizante a morte dessas heroínas? A morte por queimadura é uma das mais doloridas que existe, se não for a maior.
Imaginem os diálogos que se seguiram dentro daquela fábrica. Num esforço de imaginação ficamos pensando o que pode ter sido dito dentro daquela fábrica:
- E agora mulheres estamos aqui trancadas e vamos morrer por nada. A culpa é sua M.? - Disse P.
- Ela não tem culpa. Ninguém foi obrigada a estar aqui. - Disse F.
- Mas eu sabia que isso não ia dar em nada e vocês fizeram eu acreditar nessa greve. - Retrucou P.
- Nossa luta não vai ser em vão, esse dia nunca mais será esquecido. - Disse M. abraçando P.


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